A escolha de uma Profissão
Veja algumas dicas de como fazer uma escolha mais consciente e certeira

  • 27/10/2016 00:24:51


  • Desde muito pequenos aprendemos a fazer escolhas, tais como a cor ou os personagens de desenho preferidos, o melhor amiguinho da escola e ai por diante. No entanto, com o ensino médio, o adolescente se depara com uma escolha que requer muita responsabilidade: a profissão.

    É natural que esse momento gere ansiedades e preocupações, visto que existe uma grande expectativa dos pais, familiares e amigos. Quem nunca ouviu aquela famosa frase: eu acho que você tem jeito de Médico ou Juiz? Pois bem, frases como essas são ouvidas por muitos jovens, principalmente, no momento da escolha profissional, o que certamente pode confundi-los ainda mais, visto que a escolha da profissão deve partir de um autoconhecimento. Enfim, essa decisão precisa partir de uma reflexão, com base naquilo que gostamos e esperamos fazer no futuro. Afinal, quem vai estudar, se dedicar e investir anos de estudos, não são seus pais e amigos, mas sim, VOCÊ!!!

    Existem alguns fatores que podem lhe ajudar na escolha da profissão:
    1º Faça uma autorreflexão: quem eu sou? Qual o meu projeto de vida? Como me vejo no futuro desempenhando o meu trabalho? Quais os meus principais interesses, valores e gostos? Quais são as expectativas dos meus familiares e quais são as minhas?

    2º Pesquise sobre as profissões de seu interesse: O que faz? Onde pode trabalhar? Com quem vai trabalhar? Qual a remuneração? Como é o mercado de trabalho? Converse com profissionais da área e veja a realidade das profissões, pelas quais está em dúvida.

    O mais importante que você precisa saber é que mesmo já tendo feito a escolha da profissão, o que leva a abrir mão de várias possibilidades, isso não significa que não poderá voltar atrás e fazê-la novamente. Tomar uma decisão é difícil, mas quando ela é consciente e bem compreendida, não tem nada a se temer.
    Tenham um excelente momento de reflexão e escolha. Até a próxima!

    Texto de Maria Carolina Bittencourt Socreppa, psicóloga.